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Turma 6GES-1 2009/2011 Faculdades Integradas do Tapajós

gestaedocenciafit@hotmail.com

O Curso de Pós-Graduação lato sensu em Gestão e Docência na Educação Superior, com carga horária de 360hs/aula, cumpre todas as disposições da Resolução CNE/CES nº 01 de 03 de Abril de 2001, do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior e Resolução CES nº 01 de 08 de junho de 2007, publicada no D.O.U. da mesma data, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação, e da Resolução CONSUP nº 04 de 10 de Outubro de 1997, do conselho Superior das Faculdades Integradas do Tapajós, que regulamenta as normas de funcionamento da Pós-Graduação da FIT.

Tem como objetivos:

Capacitar Recursos Humanos para a Gestão e o exercício da docência no Ensino Superior.

Desenvolver habilidades e competências necessárias ao desenvolvimento e do Magistério Superior.  

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Universidade latino-americana abre 600 vagas em 12 cursos

Estudantes brasileiros e de sete países sul-americanos podem concorrer a 600 vagas, em 12 cursos de graduação, abertas pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu, no Paraná. As inscrições, gratuitas, devem ser feitas até 6 de fevereiro, pela internet.

A universidade oferece 300 vagas para brasileiros, sendo 25 por curso de graduação, todos presenciais com início no primeiro semestre deste ano. As outras 300 vagas serão preenchidas por cidadãos da Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Colômbia, selecionados pelos ministérios de Educação de seus países, mediante critérios definidos em termos de cooperação com a Unila.

De acordo com o edital divulgado pela universidade, a seleção dos estudantes brasileiros será feita com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 ou de 2009. Alunos que tenham feito todo ou parte do ensino médio em escolas públicas e que informem essa condição na ficha de inscrição recebem uma pontuação denominada Fator Escola Pública, que varia de 1,20 a 1,05, informa o reitor da instituição, Hélgio Trindade.

Cursos

As vagas abertas pela Unila estão distribuídas em 12 cursos de graduação: antropologia – diversidade cultural latino-americana; ciências biológicas – ecologia e biodiversidade; ciências econômicas – economia, integração e desenvolvimento; ciências da natureza – biologia, física e química (licenciatura); ciência política e sociologia – sociedade, estado e política na América Latina; desenvolvimento agrário e segurança alimentar; engenharia de energias renováveis; engenharia civil e infraestrutura; geografia – território e sociedade na América Latina; história – direitos humanos na América Latina; letras – expressões literárias linguísticas; relações internacionais e integração.

No Edital nº 32/2010, o estudante encontra todas as informações sobre o processo de inscrição, documentos, prazos, vagas, cursos, critérios de avaliação e classificação.

A Universidade Federal da Integração Latino-Americana faz parte de um conjunto de universidades federais criadas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para promover a integração regional e internacional. A Unila está situada em Foz do Iguaçu (PR), cidade que faz fronteira com a Argentina e o Paraguai. Foi criada por lei em 12 de janeiro de 2010.

Instituição de caráter multicultural e multidisciplinar, abriu os seis primeiros cursos de graduação em agosto do ano passado. Tem atualmente 200 alunos, sendo 100 brasileiros e 100 vindos da Argentina, Uruguai e Paraguai. Com a seleção de 2011, a instituição vai ampliar para 800 o número de alunos e passará de seis para 12 cursos.

O Portal da Unila traz informações sobre a trajetória da universidade, cursos de graduação e pós-graduação, intercâmbio com universidades e centros de pesquisas, entre outros dados.

Ionice Lorenzoni


Com informação Portal do MEC

Projeto de lei prevê que os estados e municípios criem planos de educação

Metas para 10 anos
O projeto de lei que cria o Plano Nacional de Educação (PNE), enviado pelo governo federal ao Congresso em 15 de dezembro de 2010, prevê que os estados, os municípios e o Distrito Federal elaborem planos correspondentes para as suas unidades ou façam adequações nos planos que já existem. O prazo para cumprir esse requisito será de 12 meses a partir da aprovação do novo PNE, que terá metas a executar no período de 2011 a 2020.

Um mapa da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, construído com dados do Sistema de Informações dos Conselhos Municipais de Educação (Sicme), mostra que parte de estados e municípios possui planos de educação. Das 5.565 prefeituras, 3.204 têm planos municipais de educação (PME), o que corresponde a 57% das cidades.

Já na esfera estadual, 17 das 27 unidades da Federação criaram planos. Os planos municipais e estaduais de educação estavam previstos no PNE 2001-2010, que vigorou até 31 de dezembro do ano passado. Pelo novo PNE, cidades e estados que têm planos devem atualizá-los e as unidades que não têm devem fazê-los.

Os planos de educação estaduais e municipais, a exemplo do PNE, devem definir diretrizes e metas a serem alcançadas, além de estratégias de como executá-las e prazos. Seu alcance deve ser de uma década.

Para a diretora de fortalecimento institucional de gestão educacional da Secretaria de Educação Básica, Maria Luiza Alessio, é importante que gestores de municípios e estados aproveitem o tempo de tramitação do PNE no Congresso Nacional para realizar diagnósticos da educação em suas redes.

Os dados para diagnóstico, explica a diretora, estão disponíveis no censo nacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010, que traz informações atualizadas sobre o número de alunos por faixa etária e série, dados sobre analfabetismo de jovens e adultos, qualificação dos professores, população indígena, especial e quilombola, escolas rurais e urbanas, entre outros. Os gestores também podem utilizar os índices de desenvolvimento da educação básica (Ideb) 2009 que registram o desempenho da educação básica no país, em cada estado, cada município e cada escola.

Ionice Lorenzoni

Confira o projeto de lei que cria o PNE.

Republicada com correção de conteúdo

Com informação Portal do MEC

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Curso de Física Ambiental da UFOPA é aprovado pelo MEC

O curso de Licenciatura em Física Ambiental da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) foi aprovado com conceito “3” pelo Ministério da Educação (MEC), por apresentar “um perfil satisfatório de qualidade”, como mostra avaliação realizada em dezembro do ano passado pelos professores Sérgio Luiz Garavelli (UCB-DF) e Alejandro Lopez Castillo (UFSCar). Três aspectos foram avaliados pelo MEC, que utiliza pontuação de zero a cinco: a organização didática pedagógica do curso, que recebeu conceito “3”; o corpo docente, com nota “4”; e as instalações físicas, com conceito “2”.

Com este resultado, o curso deverá ser reconhecido pelo MEC nos próximos meses. “O curso foi aprovado com algumas recomendações”, explica o Diretor de Ensino da UFOPA, Prof. Carlos Machado, que também é docente do programa de Física Ambiental. Segundo Machado, a avaliação é positiva, na medida em que aponta as principais falhas tanto do projeto pedagógico do curso quanto da instituição. “Vamos fazer os ajustes pedagógicos sugeridos pelo MEC para harmonizar o funcionamento do curso aos parâmetros exigidos”.

Criado pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da Universidade Federal do Pará (UFPA), através da Resolução n.º 3.381, de 29 de dezembro de 2005, o Curso de Licenciatura em Física Ambiental destina-se à formação de profissionais com conhecimentos científicos embasados na física e articulados com áreas correlatas, necessárias para um abrangente entendimento dos processos sistêmicos naturais do meio ambiente, em particular da Amazônia.

Atualmente o curso possui 109 estudantes regularmente matriculados e nove professores vinculados diretamente ao curso, todos em regime de dedicação exclusiva. Cerca de 40 alunos das turmas de 2005 e 2006 já concluíram o curso e esperam pela obtenção de diploma reconhecido pelo MEC. “Esse resultado é importante porque assegura todos os direitos dos alunos, inclusive dos que já concluíram o curso”, afirma a diretora do Instituto de Ciências da Educação (ICED), Profa. Fátima Lima. “Este é o primeiro curso reconhecido da UFOPA”.

Avaliação - Com relação à organização didática pedagógica, foram avaliados os conteúdos curriculares, metodologia e objetivos do curso, além de outros aspectos, como número de vagas, perfil dos egressos e atendimento ao discente. De acordo com a avaliação do MEC, a proposta pedagógica contempla a realidade local onde o curso é ofertado, assim como o perfil dos ingressantes. “A implementação do curso demonstra suficiente atendimento aos objetivos propostos e expressa os compromissos institucionais em relação ao ensino”, afirma o relatório, que também recomenda a melhoria do atendimento ao discente e o aumento de carga horária de algumas disciplinas.

Na avaliação do corpo docente, que obteve a maior nota, destacam-se “o engajamento dos professores, no sentido de contribuir com a melhoria do plano pedagógico, e a dedicação dos mesmos aos alunos do Curso”, além do corpo técnico-administrativo, que, segundo o relatório, “é composto por profissionais com formação e perfil adequado às demandas da instituição e do curso”. O desafio, segundo a avaliação realizada, é aumentar a produção científica do corpo docente, considerada ainda “incipiente”, devido, entre outros fatores, à falta de condições adequadas de trabalho, como salas para os professores, aspecto também destacado na avaliação sobre as instalações físicas do curso. Há ainda necessidade de melhorias e de maior investimento no Laboratório de Ensino em Física, considerado, pelos avaliadores, “pequeno e insuficiente para as atividades a que se destina”, e na biblioteca, por não atender de maneira suficiente às principais demandas dos alunos.

Maria Lúcia Morais - Comunicação/UFOPA

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

UFOPA inicia segundo período de formação dos professores do PARFOR

A Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) inicia nesta segunda-feira, dia 3 de janeiro, o segundo semestre de formação de docentes da rede pública que participam do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR), do Ministério da Educação (MEC).

Nesta nova etapa as aulas serão ministradas pelo Instituto de Ciências da Educação (ICED), que congrega os cursos de licenciaturas da universidade. Outra novidade é a implementação de cinco turmas do PARFOR no município de Almeirim, que serão coordenadas pelo Centro de Formação Interdisciplinar (CFI) a partir de janeiro.

Em apenas seis meses de parceria com o PARFOR, a UFOPA já conta com 1300 alunos que atuam como professores leigos no Oeste do Pará. Eles cursam licenciaturas em Pedagogia, Letras (Português e Inglês), História e Geografia, Química e Biologia, e Matemática e Física, nos municípios de atuação da universidade. A primeira etapa foi realizada no período de julho a dezembro de 2010 pelo Centro de Formação Interdisciplinar (CFI), que ministrou o semestre inicial, denominado Formação Interdisciplinar I, destinado a todos os alunos que ingressam na Universidade. “No primeiro semestre os alunos foram bem sucedidos. O modelo interdisciplinar foi bem aceito tanto pelos alunos quanto pelos professores”, afirma a coordenadora geral do PARFOR na UFOPA, Profa. Terezinha Pacheco.

Nesta segunda fase serão ministradas duas disciplinas do módulo de Formação Interdisciplinar II, que são comuns a todos os alunos: Libras e Psicologia da Educação. “As demais disciplinas serão específicas de cada curso, com um total de 240 horas de aula”, explica a diretora do ICED, Profa. Fátima Lima. São elas: “História e Filosofia da Educação” e “Sociologia da Educação” (Pedagogia); “Leitura e Produção Textual I” e “Educação Linguística e Letramento” (Letras); “Introdução à História” e “Evolução do Pensamento Geográfico” (Geografia e História); “Funções” e “Física Conceitual” (Física e Matemática); “Ecologia Básica” e “Instrumentação” (Biologia e Química).

As aulas serão realizadas até o dia 5 de fevereiro, de segunda à sábado, nos seguintes locais: em Santarém, no Campus Tapajós (Pedagogia, Biologia e Química, Matemática e Física) e no Campus Rondon (Geografia e História, Português e Inglês); Campus da UFOPA em Oriximiná; Escola Municipal Prof. Orlando Costa, em Monte Alegre; Escola Estadual Beatriz do Vale, em Alenquer; Escola Municipal Azelinda Guimarães, em Juruti; Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Inglês de Sousa, em Óbidos; Escola A Mão Cooperadora, em Itaituba; e Escola de Ensino Fundamental Prof. Raimundo Nonato dos Santos, em Almeirim. Já no período de 5 a 11 de abril será realizada a disciplina “Seminário Integrador de Pedagogia de Projetos”, voltada para a produção de projetos interdisciplinares.

Com informações (Maria Lúcia Morais – Comunicação/UFOPA)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Universidades formam 2,9 mil docentes para educação infantil

Educadores da rede pública de 12 estados e do Distrito Federal ingressaram este ano em cursos de especialização em educação infantil oferecidos pelo Ministério da Educação em parceria com 13 universidades federais. Participam da formação 2.985 professores que trabalham diretamente com a educação infantil.

Com o mínimo de 360 horas, duração de 18 meses, gratuitos e presenciais, os cursos são ministrados em 55 polos, em todas as regiões do país. A qualificação dos docentes faz parte do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, previsto no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em abril de 2007.

Entre as 13 instituições federais de educação superior responsáveis pela qualificação dos professores, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) é a que abriu mais vagas e criou mais polos para atender os educadores. Na UFMS fazem a especialização 560 professores do estado, distribuídos em 14 polos. Concorreram às vagas 1.283 educadores.

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi a primeira a iniciar as aulas, com 240 professores, em 4 de outubro. A última, a Universidade Federal do Ceará (UFCE), em 3 de dezembro, com 120 educadores.

O processo para a oferta de especialização em educação infantil aberto pelo Ministério da Educação teve as fases de pré-inscrição dos educadores na Plataforma Freire, iniciada em 30 de janeiro deste ano; de validação das inscrições pelos sistemas de ensino dos municípios; de seleção final, realizada pelas universidades; de início das aulas segundo o calendário de cada instituição.

O objetivo do MEC, com a especialização, é qualificar quadros da rede pública de educação básica e, a partir daí, criar uma rede nacional de formação de professores nos municípios. O curso destina-se a professores, coordenadores e diretores de creches e de pré-escolas da rede pública e da particular (filantrópica, comunitária ou confessional) que mantenham convênio com o Poder Público e também a equipes de educação infantil dos sistemas de ensino.

Ionice Lorenzoni

Confira os polos de oferta do curso de especialização

Com informação Portal do MEC

Abertas as inscrições para Residência Médica da Uepa


As inscrições vão até o dia 5 de janeiro e são destinadas a profissionais e formandos da área de medicina. Ao todo serão oferecidas doze vagas.

Vão até o dia 5 de janeiro, as inscrições para o Programa de Residência Médica da Universidade do Estado do Pará (Uepa). Ao todo, serão 12 (doze) vagas ofertadas, dos quais duas são destinadas para a área de Dermatologia e dez em Medicina de Família e Comunidade.

As inscrições podem ser feitas no horário de 8 às 14h, na sala da Comissão de Residência Médica da Uepa (Coreme), localizada no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), na travessa Perebebui, 2623, no bairro do Marco. O valor da taxa é de R$150 (cento e cinquenta reais).
A seleção é voltada para formandos e profissionais da área de medicina e constará de duas etapas. A primeira consiste na realização de uma prova, de caráter eliminatório, no dia 10 de janeiro. A segunda será composta de análise curricular e entrevista marcada para o dia 13 de janeiro, de 8 às 12h. O resultado final será divulgado no dia 17 de janeiro.

Mais informações, acesse o edital da seleção.

Foto: Mácio Ferreira

Com informações UEPA



Especialização em Educação Infantil realiza aula inaugural em Santarém

Na próxima segunda-feira, dia 3, será realizada no Auditório Wilson Fonseca, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), a solenidade de abertura do Curso de Especialização em Educação Infantil do Polo de Santarém, que tem o objetivo de formar professores para atuar na área da Educação Infantil. A aula inaugural será ministrada pela coordenadora geral do curso, Profa. Celi da Costa Silva Bahia, da Universidade Federal do Pará (UFPA), a partir das 18h30.

Promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Infantil do Instituto de Ciências da Educação da UFPA, o curso integra as ações de formação continuada de professores da rede pública promovida pelo Ministério da Educação (MEC) e conta com a participação de docentes da UFOPA, da Universidade Estadual do Pará (UEPA), da Secretaria Municipal de Educação de Belém e dos campi da UFPA situados nos municípios de Altamira, Bragança e Marabá.



Destinado a professores, coordenadores, diretores de creches e pré-escolas da rede pública e da rede privada sem fins lucrativos (filantrópicas, comunitárias ou confessionais), conveniadas com o Poder Público, e equipes de Educação Infantil dos sistemas públicos de ensino, o curso tem duração de 18 meses e divide-se em três eixos principais: História e Políticas para a Educação Infantil no Brasil; Cultura, Cotidiano e ação Docente na Educação Infantil; e Pesquisa na Educação Infantil.

Coordenado pela Profa. Edna Marzzitelli, do Programa de Pedagogia do Instituto de Ciências da Educação (ICED) da UFOPA, o Polo de Santarém possui 40 alunos, sendo dez de Santarém e outros 30 de 17 municípios da região. As aulas começam na terça-feira, dia 4, no Campus Rondon da UFOPA. Mais informações pelo telefone (93) 3064-9062 ou pelo e-mail: especializacaoei.pa@gmail.comEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

Com informações (Maria Lúcia Morais – Comunicação/UFOPA)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ministro analisa a avaliação externa da educação brasileira

Em artigo assinado no jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira, 23, o ministro da Educação, Fernando Haddad, analisa a avaliação de observadores externos sobre a educação brasileira. Ao citar os recém-divulgados estudos do Banco Mundial e o Programa Internacional de Avaliação de alunos (Pisa), o ministro salienta que ambos são claros ao relativizar os avanços em relação ao muito que há de ser feito pela educação brasileira, mas registram avanços e enaltecem o ritmo da melhora em dois indicadores consagrados pela literatura especializada em educação — aumento de escolaridade e proficiência em disciplinas básicas.

No aumento da escolaridade, aponta o estudo do Banco Mundial, o Brasil melhorou mais rapidamente em relação aos demais países em desenvolvimento. Entre eles, a China. No caso do Pisa, que mede a proficiência em leitura, matemática e ciências, o Brasil ficou em terceiro lugar na década, atrás apenas de Luxemburgo e Chile — ultrapassou Argentina e Colômbia e reduziu em 50% a diferença para o México.

Haddad aponta ainda “uma enorme discrepância” entre a percepção especializada externa e a percepção jornalística interna sobre nossa educação. Para ele, há duas explicações. Em primeiro lugar, o fato de se querer o tirar o atraso de um século em uma década; depois, a dificuldade de reconhecer que o governo Lula foi o que mais investiu em educação e aquele no qual começou o ponto de inflexão na curva de qualidade, que “atingiu o fundo do poço em 2001-2002”.

Confira o artigo, na íntegra

Com informações Portal do MEC